Cenário em 29 de junho

A previsão realizada no dia 29 de junho, mostra um crescimento ainda acelerado para novos casos. O valor mais recente, obtido no dia 30 de junho, é de 1.402.041 casos confirmados e a previsão é de que no dia 13 de julho esse número chegue a 2.032.779.

Em relação às mortes, o valor mais recente é de 59.594 óbitos acumulados. A curva de mortes perdeu a característica de crescimento linear que vinha apresentado e voltou a apresentar uma aceleração mais forte. A taxa de mortalidade se mantém em queda desde o dia 17 de junho e está agora em 4,3%, com previsão de que caia para 3,72% até o dia 13 de julho. Nesse dia, o número de mortes acumulado deve chegar a 75.587.

O Número Efetivo de Reprodução para o Brasil subiu em relação ao dia 17 de junho de 1,1 para 1,22. O número de estados que apresentam uma taxa de reprodução menor do que 1 voltou a subir, e agora 5 estados estão nessa faixa: Pernambuco, Ceará, Maranhão, Pará e Amazonas. Em contraposto, o número de estados com uma taxa superior a 1,5 caiu para 7. Dentre eles: Rondônia, Roraima, Bahia, Minas Gerais e Santa Catarina encontram-se há menos de duas semanas nessa faixa. Já Mato Grosso e Paraná encontram-se há mais de 47 dias. Nestes estados, a taxa média de crescimento prevista para novos casos (mortes) nas próximas duas semanas é de 4,02% (3,03%) ao dia, contra 1,32% ( 0,78%) nos estados com um Rt menor que 1 e 3,13% ( 2,67%) nos demais estados, onde o número de reprodução está abaixo de 1,5, mas acima de 1.
 Como ressaltamos no dia 24 de junho, a subida recente do número de reprodução diz respeito ao aumento recente do número de novos casos, que indica uma elevação no número de pessoas ativamente doentes. Apesar do crescimento percentual de casos confirmados estar caindo, o número diário de novos casos têm aumentado.