O Cenário em 2 de Julho

A previsão realizada no dia 2 de julho mostra um crescimento ainda acelerado para novos casos. O valor mais recente é de 1.496.858 casos confirmados e a previsão é de que no dia 16 de julho esse número chegue a 2.193.935.
Em relação às mortes, o valor mais recente é de 61.884 óbitos acumulados. A curva de mortes perdeu a característica de crescimento linear que vinha apresentando e voltou a apresentar uma aceleração mais forte. A taxa de mortalidade se mantém em queda desde o dia 17 de junho e está agora em 4,1%, com previsão de que caia para 3,61% até o dia 16 de julho. Nesse dia, o número de mortes acumuladas deve chegar a 79.256.
O Número Efetivo de Reprodução para o Brasil está estável desde o dia 22 de junho, se mantendo em 1,22. Os estados que apresentam uma taxa de reprodução menor do que 1 se mantém os mesmos desde o dia 29 de junho, Pernambuco, Ceará, Maranhão, Pará e Amazonas. Em contraposto, o número de estados com uma taxa superior a 1,5 caiu para 6. Dentre eles: Rondônia, Roraima, Bahia, Minas Gerais e Santa Catarina encontram-se há menos de 15 dias nessa faixa. Somente o Paraná encontra-se há mais de 49 dias. Nestes estados, a taxa média de crescimento prevista para novos casos (mortes) nas próximas duas semanas é de 3,82% (2,35%) ao dia, contra 1,29% ( 0,87%) nos estados com um Rt menor que 1 e 2,99% ( 2,62%) nos demais estados, onde o número de reprodução está abaixo de 1,5, mas acima de 1.
 Como ressaltamos no dia 24 de junho, a subida recente do número de reprodução diz respeito ao aumento recente do número de novos casos, que indica uma elevação no número de pessoas ativamente doentes. Apesar do crescimento percentual de casos confirmados estar caindo, o número diário de novos casos têm aumentado.